Dados do Ministério da Economia apontam para o salto de 9,59% no valor do endividamento interno e externo do Brasil

A Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – fechou 2019 em R$ 4,249 trilhões, afirmou nesta terça-feira (28) a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Economia. O valor representou aumento de 9,59% em relação a 2018, quando a dívida era de R$ 3,877 trilhões.

O valor representou alta de 1,03% em relação a novembro, quando a dívida era de R$ 4,205 trilhões. Apesar do aumento, foi cumprido o PAF (Plano Anual de Financiamento) de 2019, que estabelece que a dívida pública poderia fechar o ano passado entre R$ 4,1 trilhões e R$ 4,3 trilhões.

A DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal interna), que é a parte da dívida pública no mercado interno, teve o estoque ampliado em 1,22% em dezembro, passando de R$ 4,034 trilhões para R$ 4,083 trilhões. Esse crescimento da dívida ocorreu por causa da apropriação positiva de juros, no valor de R$ 30,26 bilhões (quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês), e pela emissão líquida de R$ 19,07 bilhões (quando o Tesouro emitiu mais títulos do que resgatou).

Já o estoque da DPFe (Dívida Pública Federal Externa), captada do mercado internacional, caiu 3,4%, encerrando dezembro em R$ 165,68 bilhões, ou US$ 41,10 bilhões, sendo R$ 150,37 bilhões (US$ 41,1 bilhões) referentes à dívida mobiliária (em títulos no mercado internacional) e R$ 15,31 bilhões (US$ 3,8 bilhões), à dívida contratual (com bancos e organismos internacionais).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. A redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

Em dezembro, os maiores detentores da dívida pública eram os fundos de investimentos (26,68%). O estoque desse grupo passou de R$ 1,065 trilhão para R$ 1,089 trilhão de novembro para dezembro.

Em seguida, estão os fundos de Previdência, com uma fatia de 24,89%; as instituições financeiras, com 24,69%; os investidores estrangeiros (10,43%); o governo (3,97%); as seguradoras (3,94%) e outros (5,41%).

Fonte: R7

Câmara aprova medidas para vítimas de violência doméstica

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, o projeto de lei que estabelece medidas excepcionais para garantir às mulheres vítimas de

Bolsonaro promete anúncio de ministro da Educação nesta sexta

Presidente falou em uma pessoa "conciliadora" para o cargo O presidente Jair Bolsonaro deve anunciar o novo ministro da Educação nesta

Doria prevê vacina contra Covid-19 aprovada até dezembro

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), previu que, "se tudo correr bem", até dezembro a Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Programa Teixeira Asfaltada é ampliado como mais 93 ruas

Teixeira de Freitas: Em funcionamento desde 2017, o Programa Teixeira Asfaltada avança, alcançado mais ruas e atendendo ainda mais famílias. O

Petrobras anuncia reajuste de 5% para a gasolina nas refinarias

Novo valor entra em vigor nesta quarta-feira A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (7), reajuste médio de 5% no preço do litro da gasolina

Cinco funcionários da Câmara de Itamaraju testam positivo para

Itamaraju: O presidente da Câmara Municipal de Itamaraju, vereador Adriano Pinaffo (PSD) resolveu nesta terça-feira, dia 7 de julho, interditar

Venda de refinarias: Ministérios defendem, após Congresso pedir

Pastas da Economia e de Minas e Energia emitiram nota A privatização de refinarias da Petrobras encontra aval em decisões recentes do Supremo

Afastamento de Ricardo Salles do Ministério do Meio Ambiente é

O Ministério Público Federal (MPF) pediu, na tarde desta segunda-feira, 6, o afastamento, em caráter de urgência, do ministro do Meio Ambiente,

Governo destinará R$ 500 milhões para proteger a Amazônia

O Ministério do Meio Ambiente criou nesta sexta-feira (3) o Programa Floresta+ para valorizar quem preserva e cuida da floresta nativa do país. O

INSS prorroga antecipação do BPC e auxílio-doença até outubro

Medida visa evitar aglomerações nas agências durante a pandemia O governo federal publicou um decreto autorizando o Instituto Nacional do

Nossos Apoiadores: